segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Descobertas do Feriado.

Feriado prolongado, sem dinheiro, sem lenço e nem documento.
Pré-requisitos para se auto-suicidar-se a si mesmo.
Mas ao contrário do que a situação sugeria, insisti em permanecer vivo e fazendo descobertas do que esse mundo ainda têm pra oferecer. Nem sempre bom, nem sempre tão ruim.

- Salão de Beleza
Alguém já reparou que nos salões de beleza sempre tem um monte de revistas, certo? Agora quem já conseguiu achar uma Veja, Isto é, Carta Capital ou até mesmo uma Info, naquele monte de Caras, Ana Maria, Minha Novela e Contigo!?
Depois as mulheres não querem ouvir piadas sobre seu sexo...

- Beco das Garrafas
Sem nada pra fazer na noite de sexta e claro, sem dinheiro, saimos em busca de um boteco pra tomar UMA cerveja. Depois de muitas idas e vindas na Cristóvão Colombo, eis que ergo a cabeça e vejo a placa do Beco das Garrafas. Arriscamos. E acertamos! Lugar maneiro, aconchegante, com música ao vivo e bom som e cerveja a preço justo.
Nota: a única coisa chata que aconteceu foi o cessão do palco e instrumentos pros amigos do músico (pena que não sei o nome do cara, mas toca muito - menos que o Décio, lógico) que tocaram e cantaram até Shakira. Sim, Shakira. Fora isso, nota 10.

- Os Condenados - O filme
Filme de ação, muito bacana e que tem como pano de fundo um programa no melhor estilo "big brother", mas ao contrário da versão da TV, os personagens não tem nada de "santos": todos são condenados e estão no corredor da morte. Os selecionados são jogados numa ilha, cheia de câmeras e com transmissão pela internet, onde eles tem que matar uns aos outros e o último sobrevivente ganha o "jogo" e é libertado.
Pensei que poderíamos fazer uma versão Tupiniquim com nossos políticos, sendo jogados numa vila ou favela em qualquer cidade grande, com um salário mínimo no bolso e tendo que sobreviver por 30 dias. Sim, eles poderão matar uns aos outros e o que sobreviver fica com a grana do outro, pra subornar o chefe do tráfico e poder descer pro asfalto.
Candidatos com bons, ou melhor, maus currículos não faltarão.
Fica a dica.

- E chegou o natal...
Eu ainda não tinha me dado conta de que estamos na reta final de 2007 (graças a Deus!!), mas percebi isso ao observar que os shoppings já estão com suas clássicas decorações natalinas, as promoções das grandes lojas, com entrada "somente em fevereiro", já estão no ar.
Talvez eu não tenha notado tudo isso, simplesmente pela ausência da música da Simone: "....então bom natal e um ano novo também..."

É...tá na hora de montar a árvore de natal.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

A saga do Sushi


Pra quem não me conhece (insisto na idéia de que além do Delco Freedom, do Raul e do Rodrigão, existam mais pessoas desocupadas interessadas nisso aqui), sabe que há pouco tempo fui introduzido (uiiii) no mundo da culinária japonesa. Maldita hora!
E com isso, as minhas trapalhadas ao comer os famosos sushis persistem, mesmo eu já domando (apesar de macho, muito macho mesmo) os "pauzinhos" japoneses, o Hashi.
Pois bem, vim trabalhar hoje todo bonito (aqui há uma redundância, pois em se tratando da minha pessoa, o "bonito" é dispensável, mas vale reforçar), com uma bela camisa clara que levei 30 minutos pra passar e, ao pegar o primeiro sushi, molhar no shoyu e mirar a boca...ploft!!!!
O infeliz, simplesmente ávido por molho shoyu mergulhou como aqueles atletas praticantes de saltos ornamentais: rodopiou no ar e se espatifou no líquido marrom.
Tava feita a merda....
Resultado disso tudo foi passar a tarde inteira desfilando na empresa parecendo que havia menstruado pelo peito.
Desisto!
- Garçom, talheres por favor!!

Filmes brasileiros: a obviedade social.


Procuro me isolar dessas correntes fanáticas que volta-e-meia surgem por aí, seja ela qual for.
Fiz isso até pouco tempo com relação ao filme "Tropa de Elite", mas acabei sucumbindo e fui ao cinema (coisa rara no caso desse filme) assistí-lo. E não me arrependi.
Isso não quer dizer que morri de amores por ele e que, na primeira oportunidade, vou comprar o DVD "original" (será que vai existir?) pra ter na prateleira contribuindo com o acúmulo de pó que lá está. Nada disso.
Como todo filme brasileiro ele é totalmente sem graça no que diz respeito a produção, dinâmica, versatilidade dos atores (exceção pro Wágner Moura), e principalmente a completa falta de tecnologia empregada no filme. Uma pobreza total, assim como as favelas brasileiras.
(preferi mil vezes o Cidade de Deus que , pelo menos houve uma inovação no cinema brasileiro, com aqueles jogos de câmeras, pedaços de histórias que vão sendo montadas de acordo com os acontecimentos)
Claro que ao comentar isso, os "entendidos" vieram justificar que aquilo era um retrato da realidade, que não existe tecnologia de ponta disponível pra subir morro, etc, etc, etc. Calma aí cara-pálida!
Primeiro: o filme é uma ficção, portanto, colocar um sapato que vira celular ou um chapéu que vira pára-quedas, não seria nada demais. FICÇÃO.
Segundo: alguém acredita que os caras, por mais culhudos que sejam, vão simplesmente se reunir num grupo de 5 homens e subir o morro e enfrentar traficantes armados até os dentes, com metralhadoras, lança-missíl e o diabo a quatro, sem ter a menor idéia de onde eles querem chegar e como vão chegar, acreditando apenas no conhecimento de algum integrante da equipe da área? Por favor...colocar um helicóptero, binóculos com visão noturna, descer o morro ao invés de subir, essas coisas fariam do filme com certeza um grande candidato a uma ficção policial como ele se propõe.
No geral eu dou uma nota 7, muito mais pela cena que o Mathias dá um pau no "maconheirozinho de merda" no meio da passeata contra a violência. Isso sim é uma reação digna e condizente com a hipocrisia e cinismo que a nossa sociedade está atolada.
Pra quem viu o filme fica a pergunta: alguém torceu pra algum personagem se dar bem ou conseguir fugir das torturas do Capitão Nascimento e cia.? Duvido.
Eu não. Nem na ficção, nem na vida real.
Não estou querendo dizer que o emprego da força e sair atirando no primeiro que tem cara de bandido vá resolver o problema (nesse caso, Brasília seria uma cidade fantasma), mas que temos que parar de dar ouvidos à essas ONG's de merda que defendem os direitos humanos mas que, na prática, apenas ajudam a dar sobrevida a marginais que nada tem a contribuir com a sociedade. Vivos não.
Talvez isso possa parecer extremamente radical, mas quando a violência bater à sua porta, quero ver se alguma ONG vai lembrar de você.
A menos que você esteja do lado negro da força.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Lo dia de hablar portunõl!!

El padre de lo más puro portuñol

Cabrones e chicas mias,

Jo no tengo la minima idea donde um hombre tão ocupado como el Fabion de la Morróida tiene tiempo para perder com la bobagens internéticas.
Pues este cabron está a angariar muchachos que escriban en portunõl, la língua madre de Wanderley Luxemburgo (leja-se Uanderley Lurrremburgo), em sus post's neste dia que está aca.
E aca estoy jo, com muy esmero e de cierta fuerma contribuindo para lo reconocimiento desta gran língua que és lo portuñol e que nuestro presidente está a divulgar en paises, no apenas latinos, mas si por los gran paises del mundo!!! Incluso la Sbórnia, digo, Brasília que por sus características és um paisito muy niño dientro de Brazil.
E viva a Lulla, el molusco major de nuestro país!
E viva a lo dia de hablarse portuñol!!
E que haja muchos e muchos otros dias para que nosotros puessam coñocer lo portuñol!!

Abraciones e becitos a tuedas las chicas que aca, por um descaso, puessam passar.

O hábito do desperdício do brasileiro...

Você contrataria ele para palestrar na sua empresa?

Ontem eu fui num evento do Sebrae chamado "A Hora do Empreendedor" que acontece na última quinta-feira de cada mês na USEN aqui em Porto Alegre, onde eles convidam empreendedores de sucesso para falar de sua história, de como começaram e tudo relacionado a negócios (eu entendi isso, pelo menos). Sou um curioso nato e com a grande ambição de um dia ficar multi-milionário e usar nota de U$ 100 pra limpar a bunda e por isso, me interesso sobre como pensam os caras que quase chegaram lá (quase, porque ainda não ouvi o Bill Gates, o Carlos Slim. Warren Buffett...).

Bom, como eu tinha um assunto pra tratar com o Mestre Ôda e me lembrei de ligar para ele antes das 18h , aproveitei e o convidei para me acompanhar, apesar de saber que num primeiro momento ele não teria interesse, mas depois descobri o contrário:

- Ô cara, tô indo num evento do Sebrae, onde o dono da XXX vai estar falando sobre negócios e tal. Tu estás afim de ir comigo? é gratuito.

No que ele me faz a pergunta que resume o "naipe" do cidadão:
- Vai ter coffee break?

Óbvio que não preciso dizer que enchi o saco dele por causa disso, afinal de contas ele deveria ter pensado, seguindo uma lógica, sobre o que aquilo agregaria na vida e não no estômago dele.
Pobre é foda.
Mas mesmo sem ter a certeza de que haveria rango liberado, o desgraçado me acompanhou.

Chegando lá, nos sentamos e ficamos observando o movimento, falando amenidades até começar a palestra. O cara que tava falando era muito bacana, com uma história de vida de sucesso, considerando que o cara era agricultor e hoje é dono de uma rede de material de acabamento para construção civil que atende, somente, as classe A e B (pobre na loja dele, nem pensar).
Pelo perfil do cara, percebe-se que se pode extrair informações bem interessantes sobre como começar um negócio, as dificuldades, as facilidades, etc (eu estava lá mais pelos contatos e informações e não pelo empreendedorismo).
Mas como sempre há um infeliz em tudo que é lugar, num dado momento onde o palestrante estava respondendo o que era ser empresário no Brasil, se ouve no fundo uma intervenção como segue:

O infeliz (I): Até sair da cidade?
O Palestrante (P): ???????
I - ?????
P - ?????
P - Errr....não entendi tua pergunta, desculpe...(não é que ele não tinha entendido, não tinha sentido a pergunta, dentro do contexto e do raciocínio que ele vinha desenvolvendo);
I - Então eu te explico (cheio de autoridade)...é que assim, eu tenho 20 mil e liguei pro meu sobrenho no interior e perguntei pra ele se tinha fábrica de cueca por lá....
Toda a platéia: ????????
I - E eu perguntei se ele achava que havia espaço pra colocar uma fábrica de cueca popular por lá. Ele disse que tem um espaço nos fundo da casa que dá pra montar um negócio. Então eu te pergunto: eu devo sair da cidade e ir pro interior?

Meudeusdocéu!!!! Eu não acreditei que o cara tava perguntando aquilo, ou melhor, fazendo uma consulta de como abrir um negócio de cueca, pra um cara da construção civil!!!!
Lógico que o palestrante não soube responder e passou a palavra para o consultor do Sebrae que mediava o bate-papo que indicou o serviço especializado do Sebrae para isso.

Mas eu pensei: pô, uma baita oportunidade de saber como pensam os caras que conseguem ganhar dinheiro num país desgraçado desse, com impostos saindo pelo ralo, concorrência desleal, pirataria a flor da pele e o infeliz, ao invés de querer saber como o cara conseguiu sobreviver a tudo isso e ainda ganhar dinheiro, não, ele pergunta o que ele achava dele sair da cidade pra ir pro interior fazer cueca. Santa paciência.

Ainda bem que tinha coffee break....

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

As aventuras do povo brasileiro e seu Senado...


É inacreditável a cara-de-pau dos nossos políticos independente de sua orientação (aqui é pra deixar bem claro que, apesar de abominar o governo Lulla e sua gang, quadrilha ou facção ao melhor estilo PCC de governar, incluo nessa crítica todos eles, sem exceção), se é que algum deles possui alguma.
Confesso que tenho tentado abandonar o hábito de assistir telejornais, principalmente o do Homer, porém volta -e-meia me pego prestando atenção em mais uma piada, ops, reportagem vinda do maior circo do mundo: Brasília.
A última foi hoje pela manhã, no Bom dia Brasil, onde o deputado José Carlos Machado do DEM-SE (onde fica Sergipe mesmo? Perto do Piauí? Alô...alguém da Philips saberia me responder?) ficou constrangido em comentar a reforma que vai consumir a bagatela de 36 milhões de reais que deverá ser feita nos apartamentos dos deputados. É meu caro votante, vão gastar o seu dinheiro com a reforma de 96 apartamentos, ou seja, mais ou menos 350 mil reais por unidade (nota: com esse valor, aqui em Porto Alegre pode-se morar num dos bairros mais "in", o Bela Vista ou até mesmo no Moinhos de Vento) e claro, que em se tratando de obras do Governo Federal, a ostentação se fará presente: triturador de alimentos na pia da cozinha, na suíte, como não poderia faltar, uma banheira de hidromassagem.
Isso é apenas uma das demonstrações do descaso desses malditos por nós eleitos, com os seus eleitores.
O princípio de tudo foi no ano de 1.500 quando Cabral, ao errar o caminho das Índias, chegou aqui e levou na mão grande parte das riquezas aqui existentes (parte porque ficou a Amazônia e nosso litoral, mas só porque não dava pra levar). Agora os descendentes daquela expedição, hoje intitulados "políticos", estão querendo levar uma vida de burguês as nossas custas.
É...está cada dia pior sobreviver no Brasil sem um cargo público, de preferência na esfera política. E é com essa motivação que ainda vou me candidatar: me ajudar e ajudar minha família.
O resto? Bem o resto é o resto.
Quem sou eu para mudar uma cultura tão milenar quanto o ato de mijar pra frente, como nós homens fazemos?

Notícia completa: clique aqui.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Pessoas a um clique ou: "a internet é um ovo!!"


Dia desses recebi aqui uma ilustre visitante: a Tati do Neurons & Shit.
Obviamente, talvez ela não tenha idéia de como ela até hoje se faz presente na minha vida, pois foi através dela (indiretamente) que tive o prazer de conhecer o meu ilustre afilhado, o Raul.
Pois bem, como escrevi neste post, conheci o Raul totalmente por acaso como tá lá, mas no detalhamento de como o encontrei acabei omitindo um blog que conheci antes do da Perdida em Floripa, ou seja, o da Tati.
Porém, não sei o por que, simplesmente ela parou de escrever e fiquei orfão de mais um blog (assim como da Perdida em Floripa, do Bob Bactéria...) que, além de engraçado, me fazia perceber que o problema do Brasil, com certeza é o brasileiro e não apenas seus governantes (Ex.: gente que não sabia nem o nome dos remédios ingeridos por eles diariamente, além daqueles que queriam uma receita contendo Diazepan que era pra curar a dor-de-cabeça(sic)).

Mas esse reencontro se deu num daqueles momentos de completo deserto ocupacional, onde resolvi pesquisar o "neurons & shit" e acabei reencontrando-a, porém agora bem mais séria e menos disposta a correr riscos. E no seu último post ela falou da coincidências da vida, coisa que até bem pouco tempo ainda me causava certo espanto, mas que hoje e com toda essa conectividade me faz entender um pouco mais sobre como estamos próximos uns dos outros.

Foi legal encontrá-la e poder, a partir daí, ver que muito coisa na minha vida se passou:
- amigos virtuais que viraram reais;
- idas e vindas amorosas;
- despedidas de amigos verdadeiros e que me fazem uma falta tremenda (saudade dos tempos de office-boy e de muitas e muitas histórias vividas com o Cearense e dos bate-e-volta pra praia de Atlântida com o Maya);
- das festas malucas que o Raul me levava onde sempre tinha muita, muita, mas muita cerveja;
- das pescarias frustradas com o Rodrigão e o Cearense (vou contar essa um dia);

dentre muitas outras que para não cometer injustiças vou omitir, e claro, depois de tudo isso e muito mais, ter "topado" (o mesmo que encontrar) como se diz no Ceará com aquela que me faz sorrir sem ter o que nem por que: a futura sra. Monteiro.

Bom, mas tudo isso foi apenas para ilustrar que muitas vezes a internet (conhecida popularmente como "rede mundial de computadores") é utilizada como um mero passatempo ou ferramenta de trabalho, mas no meu caso fui presenteado com amizades verdadeiras e presentes, pois o que vale mesmo nessa vida é o calor humano.
Mesmo que virtual.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

O lançamento mais esperado do ano. Superou até o iPhone: Chávez lança CD.



Meu-Deus-do-Céu!!!
Onde esse mundo vai parar?
Tudo bem que o movimento político nacional não tem proporcionado à nós brasileiros, momentos de muitas emoções (dica para os nossos políticos: esse lance de ficar falando mal dos outros tá fora de moda. Procurem dar uma garimpada no passado sexual do seu inimigo político, ele pode ser mais interessante do que você possa imaginar. Vide o caso do Renan Canalheiros).
Mas já que no "Brazil" nada de novo acontece, ou seja, é sempre a mesma coisa: propina, corrupção, troca-troca partidário (aqui eu penso: o que será que eles fazem no apagar das luzes? por que esse tal "troca-troca" pode explicar muitas coisas que acontecem em Brasília), mulheres peladas, homens igualmente despidos - mas nesse caso de vergonha na cara. Vêm a Venezuela, presidida por aquele que fez muito sucesso nos anos 80, o Chávez, e me apronta essa: Chávez apresenta CD em que se arrisca como cantor.
Sinceramente, eu não sei o que mais me impressiona: a tentativa de ser cantor ou a cara-de-pau de lançar um CD. Se bem que em termos de cara-de-pauzice esse é hours concours.
Dizem as más línguas que o Lulla vai, igualmente como o "cumpanhêro" Chávez, lancar o seu CD (pra quem vive cedendo para conseguir algo do Congresso, até que não é uma surpresa), porém, o ritmo escolhido será o pagode, para acompanhar as churrascadas por ele oferecidas na Granja do Torto (ou seria "Granja do Mouco"?).
Claro, tudo isso pratrocinado pela já perpétua CPMF, que eu e você pagamos sem chiar.

É...talvez por isso nós mereçamos esse "Show de Calouros".

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Nicolas Cage pega intruso pelado em sua casa. E eu acredito em Papai Noel...



Essa foi muito boa!!
Imagine a cena: você desce as escadas da sua luxuosa casa, num condomínio, no mínimo equiparável ao melhor clube existente na sua cidade, onde segurança se diz prioridade.
Ao chegar próximo da cozinha, você percebe a luz de um dos 30 banheiros existentes na casa acesa e pensa: "PQP!!será que esqueci a maldita luz do banheiro acesa?".
E quando você pensa que tudo isso (ou melhor, que NO MÁXIMO seria isso que poderia ter acontecido), ao adentrar no banheiro para apagar a tal luz e se considerar, além de um ator famoso, milionário, possuidor de atitudes ambientalmente corretas (com a economia de energia você colabora com a diminuição do aquecimento global), você não apenas enxerga um desconhecido nele, como ele só não está totalmente pelado por que está usando a sua bela jaqueta de couro, no melhor estilo Brockeback Mountain.
Tudo bem, digamos que isso pode ser no máximo, inusitado.
Agora pior que isso é sair a reportagem contando tudo isso e detalhando o sobrenome do larápio: "Furo"....hahahahahahahahahahahahaha...só pode ser sacanagem. Pra ler a reportagem clique aqui.
Agora vamos fazer um breve link com uma história tão esquisita quanto: quem lembra do Didi, aquele jogador (sic) do meu glorioso S.C. Internacional que, dizem as más línguas, contratou um stripper para fazer um show particular no seu apartamento e, depois de dar em cima "da esposa" dele, teve que pular da marquise para não ser esfaqueado pelo machão Didi?
E até hoje ficou a dúvida: ele deu em cima da esposa do Didi ou recusou uma investida do próprio, tipo, pra fazer um "trabalho sujo"?

A pergunta que não quer calar é: será que Furo não recusou preencher o seu sobrenome vinculado à pessoa do Nicolas Cage?
Talvez com Furo, o furo fosse mais embaixo...

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Reinventando a roda...

Fabricantes de celulares padronizarão carregadores - Ufa!!!

Tudo bem...não era necessário fazer um curso na França pra ter idéia do impacto que isso resultará, mas convenhamos: até um macaco já sabia disso, por favor.
Quem não tem no mínimo - eu disse NO MÍNIMO, dois carregadores de celular?
Bom, eu como não tenho o menor cuidado com celulares, via de regra, estou sempre comprando um diferente tendo em vista que sempre priorizo a relação custo x benefício (ou seja: falta de cuidado x resistência x preço) e acabo sempre trocando de marca. Nem sempre pra melhor, confesso.
Mas há males que vêm pro bem e esse é um caso, tendo em vista que há a possibilidade de que o menor custo na produção de carregadores venha a:
- dar mais lucros às indústrias;
- diminuir a poluição do meio ambiente;
- reduzir preços nas lojas;
necessariamente, nessa ordem.
Nós brasileiros bem que merecemos, afinal de contas, celular hoje não é mais apenas um luxo e sim, uma necessidade.
Necessito de um iPhone!